Afinal, que troço é esse chamado Spotniks?

Olá, prazer. Meu nome é Spotniks. Há uma boa chance de você ter me visto de relance por aí, perdido atrás de um link divulgado por algum amigo seu em alguma rede social, e não tenha se interessado muito em saber quem eu era. Mas, bem, você está aqui agora, não é mesmo? Pode ser também que você já tenha lido e até compartilhado algumas coisas que eu tenha publicado por aqui, mas não ligou o nome à pessoa. Acontece. Chegou a hora de explicar quem eu sou e porque estou por aqui – afinal, é isso que você espera encontrar em espaços como esse.

Bem, vamos lá. Minha missão é simples: colocar em órbita um satélite de conteúdo que permita a milhões de pessoas o acesso não apenas à notícia, como você está acostumado a ver em todos esses grandes portais, mas ao que está por trás da notícia. Essa é a grande questão.

E esse é um desafio e tanto. Mas não nasce de graça. Pra mim, mais importante do que informar é explicar a informação. Quer dizer, não é como se as pessoas estivessem bem informadas ao ler qualquer uma dessas matérias burocráticas desses grandes portais, certo? Em geral, falta sustância, embasamento. Por isso, meu foco aqui é conteúdo. Conteúdo de primeira. E pra isso, não dá pra economizar. Em média, publico por aqui mais de 51 mil palavras por mês. É muita coisa. E pra chegar nesse resultado é preciso ir um pouco além das ferramentas disponibilizadas pelo jornalismo tradicional – é preciso namorar também com aquilo que a economia, a filosofia, o direito, a sociologia, a política e a biologia têm a dizer.

E isso não diz tudo. Se há uma outra informação que você precisa saber a meu respeito é que sou desavergonhadamente apaixonado pela construção de uma sociedade livre. Sabe aquelas cartilhas que os grandes veículos normalmente publicam numa página toda pomposa chamada Princípios Editoriais? Pois é. Elas existem para um propósito bem claro: mostrar que não existe discurso neutro (ou você realmente acreditava nessa história?). Por mais justa, isenta e equilibrada que seja a busca pela informação daquele cara que está por trás da boa prática jornalística, nem ele consegue escapar do fato de que a sua visão é limitada pelas suas próprias compreensões políticas, sociais e econômicas. Ninguém consegue escapar disso. E é por isso que é preciso jogar limpo. Estabelecer certas regras.

Os meus princípios aqui são bem claros. Esse satélite de conteúdo é uma grande bazuca de palavras em direção ao fortalecimento das boas instituições econômicas, ao rule of law, à tolerância entre as pessoas, ao respeito às liberdades individuais e à livre expressão. E livre expressão aqui não é fetiche de editor pra perfumar espaços como esse. Poder falar o que bem entende é uma conquista recente, e muita cara, na história da humanidade. E não é um direito apenas meu. É seu também – seja você de esquerda ou de direita, do nordeste ou do sul, fã da Marvel ou da DC, flamenguista ou tricolor. Use e abuse desse direito por aqui. Proteste, reclame, sugira, questione, informe, concorde, discorde. Achou o espaço dos comentários pequeno? Sem problema. Mande um e-mail. Use os kilobytes que for. Sou todo olhos e ouvidos.

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Mas um pedido: você pode não concordar com nada do que é publicado nesse espaço, pode até torcer o nariz pelo fato de rolar por aqui a defesa da união de casais homossexuais ou acordos de livre comércio – e então me xingar de fascista ou comunista, dependendo do ângulo -, mas busque ser educado com os demais leitores. Nos comentários, seja tolerante. Argumente, debata, contrarie, apresente seu ponto de vista. Mas não há razão para sair por aí xingando os outros só porque eles pensam diferente da gente, não é mesmo? Encare o calendário: nós estamos no século vinte e um. Seja civilizado. Comentários do século quatorze serão excluídos.

Como esse satélite se mantém no ar? Essa é uma questão bem pertinente. E a resposta é curta e grossa – através dos próprios leitores. Pode procurar: você não encontrará o meu nome no Portal da Transparência. Nem agora, nem em qualquer outro momento. Não tenho relação com qualquer partido político, não aceito dinheiro público, não presto “serviços” para órgãos do governo, não permito que pessoas realizem palestras em meu nome em organizações partidárias e não recebo publicidade estatal, de qualquer natureza, sob governos de qualquer orientação ideológica. Todo conteúdo publicado aqui só é possível porque os próprios leitores se organizam em apoiar financeiramente esse projeto através de um crowdfunding (e se você estiver interessado em saber maiores detalhes a respeito, só precisa clicar nesse link). A razão de escolher esse modelo? Porque um financiamento coletivo não apenas ajuda a manter esse conteúdo completamente independente de pressões de grupos políticos ou econômicos, como a levá-lo ao maior número de pessoas possíveis.

Pronto. Agora que estamos devidamente apresentados, não se acanhe. Se tiver alguma questão não respondida por aqui, ou alguma dúvida que queira tirar, é só entrar em contato comigo. Caso queira me acompanhar um pouco de perto e manter uma relação mais próxima, basta curtir essa página.

Seja bem-vindo.

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